gregos: colunas coríntias
e um belo pórtico Ao visitar Viena hoje, é dificil de imaginar, mas essa cidade no passado tinha uma enorme população, não havia esgoto, o lixo se acumulava nas ruas e, como era de se esperar, havia ratos por toda parte. Viena era, assim, considerada extremamente suja. Como conseqüência, em 1679, a Peste Negra atingiu a cidade matando entre 75 e 150 mil de seus habitantes. Em 1693, o Imperador Leopoldo mandou construir um memorial aos mortos pela doença, o Monumento à Peste Negra. O monumento em si é meio estranho, com um monte de anjos e nuvens, e no topo, uma cúpula dourada com mais anjos e nuvens. Para falar a verdade, apesar de seu significado histórico, ele é feio e ponto final.
Na Áustria, em qualquer época do ano, o visitante encontrará uma infinidade de acontecimentos musicais, como ópera, concertos e festivais como os de Salzburgo, Viena, Bregenz, Innsbruck e Mörbisch.
A Catedral de São Estêvão (Saint Stephan Cathedral), talvez o ponto mais famoso da cidade. Essa magnífica catedral, construída no século XII, fica encravada no centro da parte histórica da cidade e, com sua torre de 136 metros de altura, domina completamente a paisagem. É de uma beleza incomum, e foi a partir dela que Viena se desenvolveu. Sua construção reúne diversos estilos, do romântico do século 13 ao gótico do século 15. Para quem tem um bom preparo físico, vale subir os 345 degraus da torre e apreciar a vista da cidade.
As tabernas com jantar e show de ópera onde é servido "vino verde" típico da região é visita obrigatória.
