quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

ÁUSTRIA

Parlamento - inspirado em templos
gregos: colunas coríntias
e um belo pórtico








 
Graben este antigo fosso romano
é hoje a rua mais elegante da área turística
 
Uma vez no centro da capital, visite o edifício da Ópera que tem passeios guiados, e é um dos lugares mais badalados. A programação se estende por todo o ano. Os prédios da prefeitura e do parlamento também merecem ser vistos. A Ruprechtskirche (Igreja de São Ruperto) tem uma peculiaridade: diariamente, quando o relógio marca 11 horas, há um desfile de bonecos representando os principais personagens da história do país.
Perto daquele fervilhante espaço, está a Graben Street, um dos espaços comercias mais nobres de Viena e um paraíso para quem gosta de lojas de marca. Essa rua  é uma espécie de calçadão onde é possível admirar a beleza dos edifícios e saborear um expresso duplo. Também nessa rua está localizado o Monumento à Peste Negra (Plague Monument). 
Ao visitar Viena hoje, é dificil de imaginar, mas essa cidade no passado tinha uma enorme população, não havia esgoto, o lixo se acumulava nas ruas e, como era de se esperar, havia ratos por toda parte. Viena era, assim, considerada extremamente suja. Como conseqüência, em 1679, a Peste Negra atingiu a cidade matando entre 75 e 150 mil de seus habitantes. Em 1693, o Imperador Leopoldo mandou construir um memorial aos mortos pela  doença, o Monumento à Peste Negra. O monumento em si é meio estranho, com um monte de anjos e nuvens, e no topo, uma cúpula dourada com mais anjos e nuvens. Para falar a verdade, apesar de seu significado histórico, ele é feio e ponto final.
 
 
 
Na Áustria, em qualquer época do ano, o visitante encontrará uma infinidade de acontecimentos musicais, como ópera, concertos e festivais como os de Salzburgo, Viena, Bregenz, Innsbruck e Mörbisch.
A Catedral de São Estêvão (Saint Stephan Cathedral), talvez o ponto mais famoso da cidade. Essa magnífica catedral, construída no século XII, fica encravada no centro da parte histórica da cidade e, com sua torre de 136 metros de altura, domina completamente a paisagem. É de uma beleza incomum, e foi a partir dela que Viena se desenvolveu. Sua construção reúne diversos estilos, do romântico do século 13 ao gótico do século 15. Para quem tem um bom preparo físico, vale subir os 345 degraus da torre e apreciar a vista da cidade.
 
 
 
 
 
 
 
As tabernas com jantar e show de ópera onde é servido "vino verde" típico da região é visita obrigatória.
 
 

Vienna Zoo (Tiergarten Schönbrunn)



 
  
  
  
  
  
  
  
  
 

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Republica Tcheca

Depois do desmantelamento do Império Austro-Húngaro, causado pela derrota que esse sofreu na Primeira Guerra Mundial, é fundada, em 28 de Outubro de 1918, a independente República Checoslovaca, tornando-se o seu primeiro presidente Tomáš Garrigue Masaryk. O período entre as duas guerras mundiais (1918 – 1939) chama-se a Primeira República. Nessa altura, a Checoslováquia pertence aos mais desenvolvidos poderes económicos da Europa, sobretudo no sector da maquinaria.
A Primeira República deixa de existir em 1939, em consequência do Pacto de Munique (9/1939) e a ocupação alemã. O território do país foi dividido em Protectorado da Boémia e Morávia e Estado Eslovaco.
Depois da derrota das forças armadas alemãs, regressam do exilo em Londres os ministros e o presidente Edvard   Beneš, sob o seu governo o país se unifica em 1945.
Devido a organização da Europa sob a influencia dos poderes depois da Segunda Guerra Mundial, o território da Checoslováquia caiu sob a influencia soviética, o que contribuiu bastante para os comunistas usurparem o poder depois do golpe em Fevereiro, 1948. Em 1960, o nome do país foi alterado para República Checoslovaca Socialista. Em 1968, um grupo dos reformadores no Partido Comunista fez a tentativa de democratizar parcialmente o sistema. Tudo foi, aliás, suprimido em Agosto do mesmo ano pela invasão das forças armadas do Pacto de Varsóvia. Depois da tentativa falhada para democratizar o sistema, começou,   no decurso de 1969, o período chamado “ normalização”, caracterizado como a época de persecuções por parte do governo contra as pessoas e actividades que não se tinham identificado com a ocupação soviética e a normalização consequente.  
No início dos anos 80 do século XX, as tendências pro-democráticas voltaram a ganhar na intensidade também em outras partes do território da Europa de Leste, i.e. nos países do bloco socialista oriental. Na Checoslováquia a situação culminou em Novembro de 1989 pela “ Revolução de Veludo”. Sob pressão do povo, os comunistas resignaram ao uso das forças policiais contra o povo e demitiram-se dos postos no governo. Em 29 de Dezembro de 1989 foi eleito presidente Sr. Václav Havel, o candidato e representante da nova coligação democrática (Foro Cívico/Občanské forum), capaz de conduzir a República Federativa Checoslovaca para as primeiras eleições livres em 40 anos, realizadas em Junho, 1990.
Em 1 de Janeiro de 1993, depois do acordo mútuo de ambos membros da federação, a República Checoslovaca Federativa dividiu-se em dois estados independentes, República Checa e República Eslovaca. Em 1999, a República Checa tornou-se membro da OTAN, e em 2004 ascendeu à União Europeia.
Em nossos dias, a República Checa é um país moderno e democrático, abundante em patrimónios cultural e histórico. 
A República Checa é historicamente formada por três grandes regiões: Boêmia (Oeste), Morávia (leste) e Silésia (partilhada com a Polónia), é administrativamente dividida em catorze regiões; as grandes cidades, para além de Praga, são Brno, Ostrava, Plzen. Hoje faz parte da União Europeia. A República Checa é delimitada pela Alemanha a oeste e noroeste, com a Polónia para o norte e nordeste, com a República Eslovaca para o Sudeste, com a Áustria para o Sul.

Os principais rios do país são o Elba (com os afluentes Ohre e Vltava) e a Morava. O rio boêmio por excelência é a Moldava (Vltava), que tem origem na bosques montanhosos da Boémia, cruzes a região de sul para norte, passa pela cidade de Praga, depois de 440 km junta até Melnik na Elba. Morávia pertence quase integralmente à bacia do Danúbio, que decorre da Sudetas e atravessa o território de norte a sul. Silésia homenagem, em vez disso, o Oder, que tem, na Morávia, o trecho inicial de seu curso.



Castelo Real, onde abriga o governo atualmente.
http://www.hrad.cz/
Castelo Prazsky Hrad
Sede do governo e residência do presidente desde 1918, o castelo começou a ser construído no século 9, mas passou por várias reformas. Não deixe de visitar os jardins.


 

Área: 78,866 km²
População: 10,211,000 A população é composta de checos (81,2%) e morávios (13,2%), com minorias de eslovacos (3,1%), húngaros, polacos, alemães e outros.
Capital: Praga
Língua:A língua oficial é o checo. Existem minorias de língua eslováca, hungaro, alemão, polaco, ucraniano, russo.
Religião: Predominantemente católica romana, com uma presença substancial protestante (evangélico, hussites).
Moeda: Coroa (koruna) (CZK)
 
 
 
 
  
 

Praga - No passado, Praga não era apenas uma cidade e sim quatro. Seus atuais bairros eram cidades diferentes comandadas por um castelo: Mala Strana (a cidade pequena), Staré Mesto (cidade velha), Nové Mesto (cidade nova) e Josefov (bairro judeu), foram unificados no século 18. O antigo centro do Reino da Boêmia, hoje chamado de Cidade Velha, é um dos mais bem preservados de toda a Europa. Praga é uma das poucas cidades européias que não foram bombardeadas durante as duas grandes guerras mundiais, fascinando a todos pelo seu charme e história.
A partir do século XI, a cidade começou a se desenvolver rapidamente. Naquela época já se levantava o núcleo da cidade de Praga, a Cidade Velha, em torno da qual cresceriam, pouco a pouco, os assentamentos de mercadores alemães, a cidade judaica, a Malá Strana (Cidade Pequena) e a primeira muralha, edificada pelo rei Wenceslau I. A cidade de residência dos reis da Boêmia transformou-se no século XIV na sede da corte do Sacro Império Romano, sob o domínio do rei tcheco-Carlos IV, um dos reis mais poderosos na historia européia. Ao final do século XIV, Praga já era uma metrópole de quatro núcleos urbanos e dois castelos, povoada por 50.000 pessoas de diferentes origens. 
A Cidade Nova, fundada por Carlos IV, abriga numerosos conventos, mosteiros, igrejas e praças. A maior praça é a Praça Wenceslau, o longo boulevard repleto de restaurantes, hotéis e lojas onde se celebram múltiplos espetáculos e atividades ao ar livre. Nesta parte de Praga, às margens do rio Moldava (Vltava), encontra-se um destaque da arquitetura contemporânea – o Edifício Dançante, obra dos arquitetos Frank O. Gehry e Vlado Milunic, inspirado na saia de cristal de Ginger Rogers. 


A Ponte Charles onde so passam pedestres, é passagem obrigatória.. Charles Bridge (Ponte Carlos ou Karlov Most):
Essa obra gótica com 520 m de extensão teve sua construção iniciada em 1357, por ordem de Carlos 4º, para substituir a Ponte Judith, destrída por uma inundação, e hoje é um dos cartões postais de Praga, ligando as duas partes da cidade por sobre o Rio Vltava. Desde 1950, é proibido o tráfego de veículos sobre a ponte, que se transformou em um calçadão movimentado. Dos dois lados da ponte há réplicas de estátuas góticas e barrocas com imagens de santos católicos. Em cada uma das extremidades da ponte há torres de onde se pode vislumbrar o colorido dos telhados e as centenas de agulhas das igrejas de Praga. 


Praga reúne nomes famosos em sua história, como o escritor Franz Kafka e os romancistas Milan Kundera, Ivan Klima ,Josef Skvorecky e Jan Nerudova.


 
















PRAGA- país de muitos contrastes, depois do comunismo se tornou uma república democrática, um país muito visitado por turistas de todas as procedências,onde a música clássica é tradição, a arquitetura barroca e rococó impressiona, e o pão com salsicha e mostarda é prato delicioso, e tem que experimentar.